sábado, 29 de janeiro de 2011

Facebook...

É aprendi a escrever Facebook :P

Bom semana passada fui inventar de fazer um Facebook pra mim, ja que todo mundo tem, é moda agora e tals... La fui eu! Consegui escrever Facebook :D dai escrevi meu nome, sobrenome e tals, apertei no confirma, eis que surge a mensagem, nome ou sobrenome nao é liberado pelo sistema (Miserável sistema, quem ele pensa q é pra me liberar ou nao). Entao! eu com minha inteligência, fui e escrevi João Silva, afinal depois eh so trocar o nome, deu certo me cadastrei, mas depois onde que encontro o lugar de trocar o nome??? fui eu atras de foruns pra achar o lugar de trocar o nome, meia hora depois encontrei o bendito local, entao coloquei la bunitinho, mas o sistema denovo nao aceitou, peguei e apaguei a conta, tentei denovo!! Achei q o sistema nao gostava do meu nome, entao coloquei João Barilli, descobri que ele nao aceitava o Barilli, e nao o Diandro ( Ainda se meu sobrenome fosse Istchuk, mas é Barilli tao normal) enfim, coloquei Diandro Ricardo, ai sim ele aceitou, agora estou usando o Facebook :D
Depois de tudo isso mandei um email pedindo pq eles nao aceitavam meu sobrenome se eu deveria usar um fake entao ¬¬ nao me responderam ainda...

Ps.: Fui tentar ver como era a frase q ele me dizia pra escrever aqui pra vcs, e ele aceito o Barilli agora ¬¬ vai entender!!

Chupetinha ardida!

Calma, calma, não é pornagafia. Hoje, sexta feira, eu saí pra beber com amigos (Matheus, André e Tom). Depois de jantar na casa da Neida viemos pra casa do Matheus (estou agora na casa do Matheus) beber conhaque com refrigerante. Bebemos e tals, depois o Tom e o André foram embora, eu fiquei por aqui pra conversar com o Matheus, depois de um tempo o Tom me liga dizendo que estava sem combustível. Então arranjei uma mangueira aqui no Matheus e fui socorrer o povo sem gasolina. Fui com o carro até onde eles estavam. Pra fazer a tal chupeta tinha que por a mangueira no tanque do carro, e chupá-la num nível mais baixo que o do tanque. Por sorte tinha uns potes no carro. O Tom tentou chupar o negócio e não conseguiu, então fui eu fazer a chupetinha. Muita gasolina entrou na minha boca, no começo não senti nada de anormal, depois começou a doer e queimar, o negócio foi tenso, arranjei pros piá a quantidade suficiente de gasolina pra eles e voltei correndo pra casa do Matheus pra lavar a boca, passei água, conhaque, pasta de dente, tudo. E ainda tá com gosto de gasolina. TENSO. Pelo menos já sei como fazer a próxima chupeta, caso eu precise algum dia.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Lorotas de buteco.

Como todos sabem eu trabalho num bar, na verdade não é trabalho, eu ajudo minha mãe quando posso e quando ela exige.
Bem, sou acostumado a ouvir mentiras e papos de buteco, mas hoje um cara chegou contando uma muito boa. Ele chegou dizendo que está vivo por milagre. Disse que tinha se envolvido numa confusão e que tentaram matá-lo. Disse que injetaram óleo diesel na veia dele, e que enterraram ele vivo, e dois dias depois ele acordou na UTI de um hospital. Disse que tinham tirado todo o sangue dele, que seu fígado e seus rins estavam comprometidos... e mais um monte de coisa.
Ele não contou a história pra mim, eu o ouvi contando pra outro cara, por isso não perguntei nada, e não sei muito de detalhes.
Eu tenho um irmão esquizofrênico e nunca ouvi ele contar alguma história mais duvidosa do que esta. E olha que meu irmão já contou muita história maluca.
Ah, o tal cara da lorota é advogado, na verdade está cursando direito, será que a habilidade de contar fatos extraordinários como esse vem da 'futura' profissão?

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

À Beira Do Pantanal

Foi lá na beira do Pantanal Seu corpo tão belo enterrei Foi lá que eu matei minha amada Sua voz na lembrança eu guardei: "Por que, meu querido Por que, meu amor Cravaste em mim teu punhal? Meu peito tão jovem sangrando assim Por que esse golpe mortal?"

Assassinei quem amava Num gesto sagrado de amor O sangue que dela jorrava A sede da terra acalmou E lá onde jaz o seu corpo Cresceu junto com o capim Seus lindos cabelos negros que eu Regava como um jardim

A lei dos homens me condenou: Perpétua será tua prisão Porque foi eu mesmo quem calou Com aço aquele coração

E eu preso aqui nessa cela Deixando minha vida passar Ainda escuto a voz dela No vento que vem perguntar: "Por que, meu querido Por que, meu amor Cravaste em mim teu punhal? Meu peito tão jovem sangrando assim Por que esse golpe mortal? Cravaste em mim teu punhal Por que esse golpe mortal??"

Hoje ouvi esta música do Raul Seixas enquanto viajava pra Rondon, é uma grande tragédia. Conforme ouvia a música eu imaginava as cenas, a situação, o arrependimento, tudo que acontecia e se passava na mente da personagem que narra a tragédia.

Quem estiver afim de ouvir a música clique aqui.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Cereal matinal vespertino.

Cereal matinal costuma ser consumido pelas manhãs. Como estou de férias eu não acordo de manhã, então tomo meu cereal matinal nas tardes, sempre às 15 h, quando o almoço já desceu. A foto ilustrativa mostra uma típica refeição vespertina, no dia que tirei o leite tinha acabado, então usei leite em pó.
Às vezes recebo visitas de ilustres amigos que compartilham o momento de minha refeição vespertina.
Este ser bacaninha que aparece na imagem é meu grande amigo Lucas, também chamado de Luscas por alguns.

Teclado Limpo.

Esse post fez bastante sucesso lá no Araruta, por isso eu reposto por aqui.
Hoje minha irmã (a Leila) rezolveu lavar o teclado dece computador. Ela lavou-o com água, na hora que fui digitar algo hoje de meio dia (a cenha do m(éce)n) percebi que algo eztava errado. A maioria daz teclaz eztavam defeituozaz. Conforme eu ia digitando, iam abrindo janelaz do painel de controle, ou de pezquiza e cei lá o quê. Até tentei digitar algo no tuitter para que percebecem minha cituação.
A tradução diço ceria algo acim: "Eu amo minha irmã que limpou meu teclado"
Agora à noite cheguei em caza e rezolvi abrir o teclado e cecá-lo. Daí reinztalei-o no compuador e percebi que algumaz letraz deicharam de funcionar. (vocêz perceberam algo já?).
A queztão é que não çou muito popular no m(éce)n, maz hoje tenho maiz de 8 janelaz abertaz, todo mundo vindo falar comigo, e eu pareço retardado ezcrevendo. Tenho que ezplicar pra todo mundo que me faltam algumaz letraz.
Me diceram pra uzar o teclado virtual e talz, maz é muito empenho. Vou ezperar até amanhã e ver no que dará. Cazo não volte a funcionar eu vou pro camelô comprar um teclado novo.
A çorte é que ezte teclado é bem velho, e não é daquelez cheio de frezcura, então não çai tão caro comprar um novo igual.
Boa çorte a você que tentou ler o que ezcrevi. Eu poderia uzar o tal teclado virtual aqui. Maz quero que cintam o que é ter que ezcrever faltando algumaz letraz.
Bruno.

Campeão!!!

Hoje teve torneio de vôlei de areia no sesc. é um torneio recreativo, sem fins competitivos, o objetivo é buscar maior interação social entre os jogadores e promover entretenimento.
Me inscrevi num time com desconhecidos, com gente que tava lá sem time e que era conhecido de alguns conhecidos meus que conheci ali, jogando vôlei (bah, quanto conhecimento). E depois coloquei o Formiga no time, pra ser reserva mesmo (na verdade eu não sabia se o povo do meu time jogava bem, caso não fossem bons, colocaria o Formiga pra jogar). Meu time era bom, ganhamos todos os jogos com facilidade, o Formiga entrou no fim do jogo da final. Ganhamos medalha, nos divertimos e conhecemos muita gente bacana.
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Aventureiros

Piázada que escreve nessa bagaça: